domingo, 29 de novembro de 2009

Funk carioca

Artigo a pedido do Jota Pê.
(Provavelmente uma vingança pelo post sobre fetiches x_x)
Okay, eu não sei nada sobre funk, muito menos carioca.


Minha cara quando ele falou pra eu fazer esse tema.

Depois de dar uma olhada no Wikipédia e falar com o Jota Pê muita pesquisa eu cheguei a uma conclusão.
O funk carioca NÃO é o mesmo que o funk dos EUA.

Por quê?
Porque eu disse, oras.

Ou se não quiser acreditar, então o funk carioca evoluiu dos bailes ‘black’ dos EUA nos anos 70, e tem influência do Miami Bass e do Freestyle… não que eu saiba o que isso é (santa ignorância. Mas como dizem, “Ignorance is bliss”.)


Então agora nós sabemos que essa coisa que, de acordo com o Jota Pê, é uma “desgraça que assola a humanidade” é culpa nossa ou dos cariocas mesmo e não dos americanos (pela primeira vez na história da humanidade).


Funk carioca muitas vezes tem letras obscenas e faz apologia ao crime, então se você odiar aquele funkeiro chato pode falar que sua música é um Atentado ao Pudor e Apologia ao Crime (previsto no Código Penal =D)

Não, eu não acabei de parafrasear tudo do Wikipédia.

Anyways, tem outros estilos derivados do funk carioca:
- Melodia, que tem um jeito mais romântico e atrai mais mulheres. Certamente não eu, ewwww. Como exemplos temos Perla, Babi e Latino.
- Proibidão, que desafia a polícia e a ordem. Tem traficantes que apoiam esse estilo pra espalhar sua autoridade e etc. Eu sabia que a música era um instrumento de manipulação das massas!


Ah, cara. Desisto. Não tem como escrever um post engraçado interessante sobre esse tema entediante bagarai extremamente informativo.

Ao bom estilo funk: Jota Pê, vai tomar um créu.

Tem muita coisa estranha nesse mundo


Como essa coisa que eu vi na calçada quando estava passeando fora da escola.



Sério, um TELEFONE no meio da calçada? Wtf?

Tumblr é um Erro

Migrando esse blog, com uma pequena mudança de nome, do Tumblr, porque lá não tinha espaço pra comentários.